
"A proposta das centrais é legítima, mas, se simplesmente aumentarmos o número de parcelas, o FAT acaba", afirmou Emediato. A sugestão dos sindicalistas, feita ao governo esta semana, é que possam ser pagas até dez parcelas do seguro-desemprego aos trabalhadores demitidos sem justa causa. Hoje, são pagas de três a cinco parcelas, dependendo da faixa salarial do trabalhador e do setor em que ele estava empregado.
Essa medida, na visão das centrais, ajudaria a amenizar os reflexos negativos que um grande número de demissões causaria na economia e na renda dos trabalhadores. "A questão, no entanto, é muito complexa porque o cobertor é curto", afirmou Emediato, que representa a Força Sindical no Conselho Deliberativo do FAT (Codefat) e, no ano passado, assumiu a presidência do conselho. Ele afirmou que o FAT está "minguando" nos últimos anos e caminha para um déficit operacional em suas contas a partir de 2011, se nada for feito para mudar a sua forma de gestão.
O Estado de S. Paulo.
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