quarta-feira, julho 10, 2013
Nota do MPL-SP sobre as mobilizações do dia 11/07
quarta-feira, março 20, 2013
Organizações do campo divulgam nota sobre o Estatuto da Juventude
quinta-feira, fevereiro 14, 2013
Atrás do trio elétrico… o trabalho infantil
domingo, novembro 06, 2011
Fortalecer a luta contra a Polícia Militar no campus da USP

sexta-feira, novembro 04, 2011
89% dos jovens têm orgulho de ser brasileiro

Estudo feito com pessoas de 18 a 24 anos revela que a geração atual pensa no coletivo e sonha com o fim da violência e corrupção
Os jovens brasileiros estão mais esperançosos com o futuro do país. Quem chega a essa conclusão é a empresa de mapeamento de tendências Box1824, que entrevistou 3000 garotos e garotas entre 18 e 24 anos, de todas as classes sociais, para descobrir o que eles pensam sobre o país e sobre a sua geração. O estudo, que faz parte do projeto intitulado “O Sonho Brasileiro” e demorou um ano e meio para ser concluído, constatou que 89% dos jovens têm orgulho de ser brasileiro, sendo que76% acreditam que o país está mudando para melhor. Os dados são positivos e revelam bastante otimismo entre as 25 milhões de pessoas que fazem parte desta faixa etária atualmente.
O levantamento mostra que esses números são resultados de diversos fatores. No campo social, isso se deve a esse grupo ter crescido no período pós-ditadura, imerso em novas tecnologias e com a inflação controlada. Diante da situação econômica mais promissora, o jovem encontra um país cada vez mais importante no cenário internacional, pronto para superar crises, além de ser escolhido para sediar grandes eventos esportivos.
A cara da nova geração
Mas, se o país vai bem, qual é a cara da juventude, associada normalmente a movimentos de ruptura? No passado, ela enfrentava realidades distintas. Nos anos 1960, o jovem tinha sonhos grandiosos e utópicos. A geração seguinte possuía sonhos possíveis, porém individualizados. A atual tem desejos alcançáveis e quase sempre focados no coletivo. Desses jovens, por exemplo, 77% acreditam que o seu próprio bem-estar depende da satisfação da sociedade em que vive. “É dever do cidadão pensar no coletivo”, afirma o estudante Felipe Gonçalves Guimarães, de 18 anos.
A pesquisa, antes mesmo de constatar o otimismo com o país, provocou os jovens a refletirem sobre os anseios pessoais. Assim como Felipe, cujo maior sonho é ser bem-sucedido nos cursos de Cinema e Publicidade e Propaganda, a maioria, 55%, cita como primeira opção o desejo de se formar e conseguir emprego. Outros 24% logo escolhem alcançar o trabalho dos sonhos. Mais uma constatação dos pesquisadores é a de que essas pessoas querem fazer aquilo que gostam e não pensam apenas no dinheiro. Roberto Moreira Lage Júnior, de 20 anos, estuda direito, mas coloca a vontade de se sentir realizado profissionalmente na frente da estabilidade financeira. “Fazer o que dá dinheiro, mas não dá prazer, pode vir a se tornar insuportável”, acredita.
Esse pensamento é compartilhado por Gabriel Vasques, 18 anos, que afirma categoricamente: “Meu maior sonho é conseguir viver de música”. Para ele, a realização pessoal é o mais importante. “Estou colocando como prioridade aquilo que gosto, não faço questão de um salário absurdo para me sentir realizado”, acrescenta. O que a pesquisa mostra é que essa geração não nega questões como dinheiro e estabilidade, mas a diferença é que não se contenta só com isso e quer unir a realização pessoal com a profissão dos sonhos. “Fazer o que gosta, mas não ter condições de sobreviver, também não é possível”, pondera Roberto. A percepção é de que os profissionais mais admirados são os que conseguem aliar trabalho e felicidade.
Sonhos para o Brasil
Quando o tema em pauta é o país, e não o indivíduo, 18% sonham com menos violência, seguido pelos 13% que citam a necessidade de menos corrupção. Gabriel se encaixa nesse quadro e acredita que o desvio de verba pública acontece em quantidade absurda e deseja a diminuição dessa realidade. Para mudar o que está errado, o estudo aponta o próprio jovem como catalisador do progresso, isso porque historicamente essa faixa de idade busca ampliar suas liberdades de escolha e expressão ao revolucionar costumes.
Dentro do grupo pesquisado, 56% acreditam que a transformação será alcançada agindo com honestidade no dia a dia, e outros 30% por meio das oportunidades que o Brasil oferece. Todo o otimismo em relação à nação surge com os 87% que acham o país importante no mundo atual. O curioso é que o jovem acredita no Brasil, mas não atribui o progresso a nenhum partido político. A pesquisa mostrou que eles, além de apontarem os problemas, já enxergam as maneiras pelas quais podem atuar pela mudança, que parte do desejo individual para alcançar o coletivo.
As recentes manifestações anticorrupção que pipocaram pelo Brasil refletem essa realidade. As mobilizações surgiram a partir de ambientes digitais, como o Facebook, pela livre iniciativa de indivíduos cansados da impunidade. No ambiente da internet, acharam outras pessoas com o mesmo pensamento e assim o movimento ganhou forma e tomou as ruas. Em nenhuma dessas marchas houve a participação de partidos políticos. Isso não significa uma geração despolitizada, já que 71% dos jovens acreditam que usar a internet para mobilizar as pessoas é uma forma de fazer política.
O diferencial para qualquer outro tempo é a maneira pela qual essas manifestações começaram, o que reflete o novo jeito de se relacionar. Por isso, são considerados a primeira geração global de brasileiros. Eles não veem barreiras na comunicação e enxergam a tecnologia como espaço para trocas sem limites físicos ou sociais, assim seus anseios pessoais são expostos em rede e outras pessoas se identificam e começam a se mobilizar. Essa característica é definida pelo projeto Sonho Brasileiro como hiperconexão. “A internet é, hoje em dia, o meio de comunicação que mais influencia os jovens, o papel dela é primordial”, salienta Gabriel.
Os jovens-ponte
De acordo com a pesquisa, os jovens-ponte são os formadores de opinião e equivalem a 8% das pessoas entre 18 e 24 anos. São dois milhões de brasileiros nessa condição. E o principal diferencial é que eles convivem com grupos bastante distintos e levam o que aprendem de um para o outro, redistribuindo os pensamentos e conectando pessoas que não se falariam espontaneamente. O projeto as define como catalisadores de ideias.
Outra característica é que essas pessoas não aceitam discursos preconceituosos, porque acreditam que essa ponte deve ser feita entre diferentes realidades. Como esse jovem transita por muito mais grupos do que a média, age por múltiplas causas, está aberto a trocas e não defende bandeiras unidimensionais. Felipe, que se relaciona com mais de seis grupos, acredita que se encaixa nesse perfil. “Quando converso sobre política, por exemplo, sempre tento mostrar os dois lados.”
Segundo o estudo, a geração atual é menos individualista e está cansada de hierarquia. Não à toa,74% afirmam se sentir na obrigação de fazer algo pelo coletivo no seu dia a dia e a profissão dos sonhos mais citada foi “ser dono do próprio negócio”. Seus anseios estão mais alcançáveis por acreditarem em pequenas revoluções no dia a dia. Todo esse processo é exemplificado pela simples frase de Gabriel: “A juventude e a mudança estão ligadas.”
FONTE: jovem.ig
quinta-feira, novembro 03, 2011
UNE recebe R$ 30 milhões, mas nova sede no Rio não sai do papel

Entidade comandada pelo PC do B ainda não levou adiante a construção do edifício com dinheiro da indenização pelos danos sofridos durante o regime militar
Comandada por dirigentes ligados ao PC do B desde que voltou à atividade formal, em 1979, a União Nacional dos Estudantes (UNE) ainda não tirou do papel o prédio de 12 andares que promete construir em um dos melhores pontos da Praia do Flamengo (zona sul) com os R$ 44,6 milhões a que tem direito como indenização pelos danos sofridos durante o regime militar. Embora a União tenha pago R$ 30 milhões aos estudantes em dezembro passado, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do lançamento da pedra fundamental da obra, o terreno continua intacto. Os outros R$ 14,6 milhões estão prometidos pela presidente Dilma Rousseff desde o início do ano, mas ainda não foram liberados.
Além dos R$ 30 milhões da indenização, a UNE recebeu, durante os dois mandatos de Lula, R$ 12,8 milhões da União, graças a convênios com instituições federais, inclusive o Ministério do Esporte, entregue ao PC do B desde o início do governo petista. O valor é 11,6 vezes maior que o R$ 1,1 milhão liberado nos dois governos do tucano Fernando Henrique Cardoso. Houve repasses apenas em 1995, de R$ 100 mil, e em 2002, de R$ 1 milhão.
Levantamento do site Contas Abertas, com base no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), mostra que os convênios da UNE com o Ministério do Esporte renderam repasses de quase R$ 450 mil, em 2004 e em 2009. O convênio de 2009, no valor de R$ 250 mil, prevê "capacitação de gestores de esporte e de lazer". O de 2004 somou R$ 199,6 mil, para "promoções de eventos de esporte educacional".
O Ministério que fez os maiores repasses à UNE foi o da Cultura, somando R$ 8,5 milhões. Um dos maiores convênios, de 2009, no valor de R$ 1,459 milhão, concedeu "apoio financeiro ao projeto `atividades culturais e artísticas da UNE'". No mesmo ano, foram repassados R$ 786,5 mil para "realização de shows de música popular brasileira e debates nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro". O Ministério da Saúde, somente em 2008, repassou R$ 2,8 milhões para programa de "apoio à educação de trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS)", segundo o Contas Abertas.
Por causa dos altos valores repassados à UNE nos últimos anos, o procurador Marinus Marsico, representante do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (TCU), pediu aos ministérios informações e cópias das prestações de contas dos universitários. Segundo a assessoria de imprensa do TCU, os esclarecimentos das instituições federais serão analisados quando o procurador voltar de férias, na próxima semana. Marinus Marsico poderá pedir mais informações, apresentar um pedido de investigação ao TCU ou encerrar o procedimento, se entender que as prestações de contas foram satisfatórias.
Em resposta às perguntas encaminhadas pelo Estado, a direção da UNE detalhou vários convênios firmados com o governo Lula, como os programas Roda a Rede e Sempre Jovem e Sexagenária, com o Ministério da Cultura, a Caravana de Saúde, Educação e Cultura, com o Ministério da Saúde, e atividades esportivas na 6ª Bienal de Arte e Cultura da UNE, em Salvador, em 2009, com o Ministério do Esporte. "Todos os convênios são públicos e estão disponíveis para consulta pública. Todos os recursos foram utilizados na realização de atividades que a UNE organiza, como congressos e bienais de cultura", diz a nota. Segundo a assessoria de imprensa, os estudantes não receberam até agora nenhuma notificação ou pedido de informações do TCU.
sábado, setembro 10, 2011
Manifesto contra a corrupção
A juventude se levanta em várias partes do mundo provando que nada é impossível de mudar. As revoluções no mundo árabe, as mobilizações na Europa e no Chile foram verdadeiras lições para nossa geração.
Neste dia 7 de setembro, o assunto que atraiu a simpatia de milhares no facebook foi a corrupção. Nos primeiros meses de governo Dilma caíram quatro ministros. A oposição de direita não tem moral para falar nada, já que o PSDB e o DEM estão cheios de casos iguais ou piores. Mas os políticos, banqueiros e empresários estão muito satisfeitos, lucraram como nunca nos últimos anos.
Nas periferias e nas favelas, a juventude pobre e trabalhadora sente na pele as dores de viver num país tão desigual. O salário mínimo é R$ 545,00. A saúde pública é uma vergonha. A educação de qualidade é para poucos, 25,5 milhões de brasileiros são analfabetos funcionais. Os ônibus, trens e metrôs são caros e lotados. Agora, até o futebol vai ficar inacessível com a diminuição dos estádios e o encarecimento dos ingressos... Mas sediar a copa não era para o mundial ficar mais acessível para o brasileiro?
Era. Do mesmo jeito que era pros governantes se preocuparem com as questões sociais, era pro dinheiro arrecadado ser investido em saúde, moradia, educação, era para o crescimento econômico significar melhoria das condições de vida. E nas crises econômicas, era para os bancos e empresas perderem dinheiro, mas até na crise eles ganham dinheiro.
Entra governo, sai governo, tudo continua igual. Há uma lógica em tudo isso: as grandes empresas financiam as campanhas eleitorais, depois ganham uma licitação aqui e uma obra superfaturada ali. Era “só isso” que fazia Jaqueline Roriz e é tudo isso que fazem os outros 265 que votaram pela absolvição dela.
Corrupção e capitalismo andam de mãos dadas
Seja pelos mecanismos ilícitos ou pelos mecanismos legais, o Estado é governado para uma minoria. A corrupção é o mecanismo ilegal de transferência de dinheiro do povo para um punhado de senhores. O pagamento da dívida pública é o mecanismo legal. Muita gente acha que se há uma dívida, é preciso pagar, mas o que poucos sabem é que esta dívida já foi paga inúmeras vezes e não para de crescer. Em janeiro de 2003 o Brasil devia 898 bilhões. Nos últimos oito anos o país pagou cinco vezes este valor.
E agora em 2011? Continuamos pagando e continuamos devendo. Neste ano, o Brasil vai pagar 954 bilhões de reais. 44,9% do orçamento e ainda estamos devendo 3 trilhões. Nessa lógica vamos pagar e dever para sempre. Essa não é uma dívida normal, é um mecanismo de transferência de dinheiro para os banqueiros, uma forma institucional de tirar dinheiro da maioria para beneficiar uma ínfima minoria.
É hora de perder a paciência com a farra dos políticos corruptos, dos banqueiros e dos grandes empresários:
Faxina de verdade é prisão e confisco dos bens dos corruptos e corruptores.
Contra o aumento do salários dos vereadores, deputados e políticos. O salário deles tem que ser o mesmo do trabalhador brasileiro.
METADE do orçamento vai para os banqueiros. Isso não pode continuar. Não ao pagamento da dívida interna e externa.
O governo tem que pagar sua dívida com os trabalhadores e o povo pobre. Dinheiro para saúde e educação já.
10% do PIB para educação pública já.
Quem somos nós?
Existe um grande descrédito nos políticos e nos partidos em geral. Nós compreendemos isso e também rechaçamos os partidos corruptos e os políticos que fazem tudo por dinheiro. Mas não podemos concluir que, para criticar esses partidos, a saída é negar o direito das pessoas de se organizarem partidariamente. Nem todos os partidos são corruptos.
Nós não temos nada a ver com os grandes partidos e os deputados que aumentaram seus próprios salários. Há alguns, bem poucos é verdade, que defendem um projeto alternativo de sociedade. O PSTU é um deles.
FONTE: JUVENTUDE PSTU
sexta-feira, junho 17, 2011
Contagem regressiva para o Congresso da ANEL

Faltam apenas poucos dias para o Congresso da ANEL! Estamos na contagem regressiva, e já são quase 1800 delegados eleitos em todo o Brasil! Delegações de Norte a Sul do Brasil já estão terminando as últimas eleições de delegados, organizando seus ônibus, arrecadando o dinheiro das taxas. Ao que tudo indica, será um grande Congresso.
Já temos diversas presenças internacionais confirmadas, como jovens da Espanha, Egito, Palestina, Argentina, Costa Rica, El Salvador, e muitos outros países! Além disso, a lista de palestrantes está excelente, com presenças de grandes intelectuais e importantes lutadores do movimento sindical e popular brasileiro.
Teremos no nosso Congresso refletidas as principais lutas que vive hoje o nosso país, como “Somos Todos Bombeiros!” do Rio de Janeiro, a greve dos servidores das universidades federais e dos professores das redes de ensino estadual e municipal, além das últimas greves da construção civil e outras que já tiveram importantes vitórias.
A batalha contra as opressões seguirá com força, a partir do enorme exemplo que demos com a Campanha “É hora da Virada contra a Homofobia!” e teremos diversos Painéis Temáticos, onde o estudante livre poderá escolher o tema que mais se identifica e ajudar a ANEL a elaborar seu Programa.
É no Congresso da ANEL, por fim, que realmente poderemos alavancar uma enorme Campanha Nacional contra o PNE do governo Dilma e pelos 10% do PIB já para a educação. Só num Congresso independente, democrático, aliado aos trabalhadores e realmente combativo que poderemos construir a luta contra todos os ataques que a Dilma sistematizou neste novo PNE, que está tramitando no Congresso Nacional.
A UNE, que em eleições muito frias para o Congresso da UNE nas universidades não expressaram nenhum processo real de luta que está se desenvolvendo hoje, vai aplaudir de pé o PNE, dizer que os 10% do PIB pra educação podem vir só daqui a 10 anos e mais uma vez, demonstrar sua total falta de independência para defender o interesse estudantil.
É o Novo que Pede Passagem, para fortalecer o movimento estudantil livre! Isso significa agora, mais do que nunca, participar do 1º Congresso da ANEL, levando muitos estudantes para sacudir o país no próximo período e colocar o movimento estudantil lado a lado com os trabalhadores brasileiros em luta, construindo uma nova entidade: democrática, independente, combativa e livre!
Confira a programação do congresso
Dia 23 de Junho (Quinta-feira)
9h – 11h: Mesa de Abertura
11h – 12h: Leitura e aprovação do Regimento Interno do Congresso
14h - 18h: Grupos de Discussão sobre Educação
20h - 22h: Palestra sobre educação “Balanço das políticas educacionais e perspectivas para a Educação Brasileira”
Dia 24 de Junho (Sexta-feira)
9h-12h: Mesa Internacional
14h-18h: Grupos de Discussão:
ANEL: Concepção de Entidade e Trabalho de Base
20h: Festival Livre! Shows, oficinas culturais e DJ.
25 de Junho (Sábado)
9h – 12h: Grupos de Discussão:
ANEL contra toda a forma de Opressão
14h – 18h: Painéis Temáticos
1. Cultura e Mídia Independente
2. Meio Ambiente
3. Transportes
4. Violência e Legalização das Drogas
5. Criminalização dos Movimentos Sociais
6. Questão Agrária
7. Esportes
8. Saúde
20h – Festa Junina: Ato lúdico em defesa do casamento gay e da Pl 122 de criminalização da homofobia com um casamento de lésbicas numa quadrilha junina.
Dia 26 de Junho (Domingo)
9h- Plenária Final do Congresso


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