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terça-feira, março 16, 2010

Plenária aprova eixos de luta dos servidores públicos federais para 2010

Trabalhadores de diferentes segmentos do serviço público participaram da Plenária Nacional dos Servidores Públicos Federais, domingo (14/3), no Auditório do SENAC, em Brasília (DF), organizada pela CNESF para discutir os eixos da luta unificada das diferentes categorias para 2010, além de um calendário de atividades para deflagrar a Campanha Salarial.


Os presentes aprovaram cinco eixos centrais para a luta unificada dos servidores públicos federais: contra o PLP 549/09 (que limita os gastos com os servidores federais por dez anos); contra o PL 298/98 (que trata da avaliação de desempenho do servidor); contra a regulamentação do direito de greve, contra a PEC 341 (que retira da Constituição Federal todos os direitos sociais) e pela paridade entre ativos e aposentados, com garantia de integralidade de vencimentos para os últimos.


A Plenária apontou o dia 1º de abril como data para realização de atos, protestos e mobilizações nos estados, incluindo aí conversas com parlamentares. Ficou definido também que, entre 12 e 18/4, os servidores públicos federais realizarão um grande ato nacional em Brasília, com a presença de caravanas vindas de todos os Estados.

FONTE: ANDES-SN

quarta-feira, dezembro 23, 2009

Pressão dos servidores impõe derrota histórica ao governo Yeda



“Foi uma vitória do conjunto dos servidores públicos.” Repetida várias vezes, essa frase sintetizou o sentimento de cada um dos trabalhadores presentes na grande manifestação realizada nesta terça-feira 22 em Porto Alegre. Pressionado, sem força política e na eminência de uma derrota histórica, o governo Yeda se viu obrigado a recuar e retirar os projetos que atacavam direitos e destruíam as carreiras dos servidores da Educação e da Brigada Militar.

Sob um clima de muita emoção, os servidores deram-se as mãos e cantaram o hino rio-grandense, celebrando uma vitória conquistada com muito sacrifício. “Quantas vezes arrumamos as malas, deixamos nossas famílias para, aqui, lutarmos pela nossa dignidade, pela dignidade dos servidores e do povo gaúcho”, lembrou a presidente do CPERS/Sindicato Rejane de Oliveira. Essa foi, segundo Leonel Lucas, presidente da Abamf, “uma vitória da unidade, que no próximo ano precisa ser mantida.”


A luta para impedir alterações nos planos de carreira marcou a atuação do CPERS/Sindicato neste ano. Mudanças que sempre estiveram no horizonte de um governo que jamais se preocupou com o funcionalismo. E a mobilização foi fundamental para barrar esse ataque. A força da categoria pode ser medida pela queda da ex-secretária Mariza Abreu, que saiu do governo pela porta dos fundos, sem conseguir por em prática seus planos nefastos para a educação pública e para os educadores. A passagem de Mariza pela Secretaria da Educação ficou marcada enturmação, multisseriação e pelas nefastas escolas de lata. É por isso - e nada mais - que ela será lembrada.

Ao longo deste ano, os servidores, reunidos no Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, construíram a fragilidade do governo. Foram questionados quando lançaram o “Fora Yeda”, mas a campanha tinha um objetivo: impedir ações do governo voltadas a atacar conquistas históricas. Foi essa campanha que colocou o governo na defensiva. Portanto, o “Fora Yeda” foi fundamental para que o governo chegasse neste momento sem a mínima sustentação política. E essa luta teve respaldo da sociedade gaúcha, tanto que Yeda ostenta a pior avaliação de um governante desde que as pesquisas foram iniciadas no Brasil.

A fragilidade do governo ficou exposta na constrangida fala do deputado Pedro Westphalen (PP), líder do Piratini na Assembleia Legislativa. Num pronunciamento surreal, ele sintetizou o desastre político da administração Yeda. Pediu aos deputados aliados que rejeitassem a emenda e o projeto da Brigada Militar. Obrigou-se a solicitar aos colegas que rejeitassem o "pacote de bondades" propagandeado pelo governo, mas que os servidores inteligentemente descobiram nele um conjunto de maldades.
FONTE: CPERS/Sindicato

terça-feira, dezembro 08, 2009

Marcha contra o pacote de Yeda

Educadores, brigadianos, policiais civis e demais servidores rejeitam o pacote de Yeda e exigem a sua imediata retirada da Assembleia Legislativa. Estes projetos acabam com as carreiras e os direitos históricos dos trabalhadores e destroem os serviços públicos.

O governo vem apostando na nossa desmobilização e divisão. Não é por menos que plantou um falso boato de que retiraria o regime de urgência dos projetos. Nossa unidade, contudo, é maior e não se intimidará com eventuais boatos e ameaças que possam surgir nos próximos dias.

O governo Yeda é assim: enquanto nossas categorias estão com os vencimentos congelados há mais de três anos, os altos salários continuam recebendo elevados índices de reajustes.

A força da nossa unidade será mais uma vez mostrada no próximo dia 9, quando, após a assembleia Geral do CPERS, realizaremos uma grande marcha unificada. Concentração às 16 horas, no Gigantinho, em Porto Alegre.

UNIDOS SOMOS MAIS FORTES!

FONTE: imprensa do CPERS/Sindicato