sexta-feira, maio 11, 2012
Trabalho escravo contemporâneo: modelo econômico ou cultura arcaica?
segunda-feira, fevereiro 06, 2012
Salário mínimo deveria ser de R$ 2.398,82, diz Dieese
sexta-feira, janeiro 27, 2012
Vale é eleita a pior empresa do mundo
sexta-feira, agosto 05, 2011
Governo anuncia pacote bilionário de incentivo à indústria

segunda-feira, abril 04, 2011
Mais de 80 mil trabalhadores de grandes obras já entraram em greve este ano
Um balanço parcial divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que pelo menos 82 mil trabalhadores da construção civil participaram de greves este ano. A maior parte deles atua nas grandes obras de infraestrutura consideradas prioritárias pelo governo federal.
Segundo o coordenador de Relações Sindicais do Dieese, José Silvestre, a movimentação expressiva está relacionada ao porte e quantidade de empreendimentos em andamento. “Você tem muitas obras com calendário mais acelerado.”
Esse regime de urgência aumenta, na avaliação de Silvestre, a pressão sobre os trabalhadores. Com isso, os operários acabam se revoltando com as condições historicamente precárias do setor. “Tem uma linha comum que são as reivindicações. Elas são muito focadas nas condições de trabalho, no piso salarial, nos benefícios e nas condições dos alojamentos.”
Silvestre destacou também o papel das novas mídias que aceleram o fluxo de informações e fazem com que um movimento grevista inspire outros em situações semelhantes. “A internet, com a informação quase em tempo real, fez com que a notícia se espalhasse pelos quatro cantos do Brasil. E isso facilitou a mobilização.”
Apesar das semelhanças entre os movimentos, o coordenador do Dieese ressalta que uma característica particular dessas greves é a ausência de uma liderança forte ou ligação com sindicatos de expressão nacional. “Isso traz uma certa dificuldade nas negociações.”
Ele espera, no entanto, que a atenção conseguida com as graves acordos que melhorem as condições de trabalho nessas obras. “São investimentos públicos, tem que ter condições mínimas de trabalho.”
Silvestre afirmou que a situação só chegou a esse ponto devido à “fiscalização frágil” despendida pelo Poder Público para cuidar da questão.
Após aprovarem uma proposta de acordo, parte dos operários que estão construindo a Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira (RO), voltaram hoje (4) ao trabalho, após duas semanas de paralisação.
FONTE: AGÊNCIA BRASIL
sexta-feira, janeiro 28, 2011
Palhaços entram em greve e farão protesto por melhoria da condição do artista no país

O objetivo é conscientizar para a atual condição do artista, subjugado à burocracia e a um mercado que dá prioridade ao entretenimento alienante e destituído de arte.
Palhaços, artistas circenses, músicos, bailarinos, poetas, grupos de teatro, trupes, artistas em geral estão convocados para a manifestação ? Greve dos palhaços ? um protesto artístico-poético pela melhoria da condição do artista circense e das artes do circo.
Os interessados devem comparecer dia 5 de fevereiro, um sábado, com roupas e instrumentos de trabalho, na Praça Municipal, em frente ao Elevador Lacerda, às 16 horas, Salvador.
O protesto é promovido pelos artistas participantes do curso de Verão ? O Palhaço de Picadeiro ? com o ator Breno Moroni.
O protesto é uma manifestação lúdica e artística por um maior apoio ao artista e às artes cênicas e tem como objetivo conscientizar a população e governos para a atual condição do artista, subjugado à burocracia e um mercado que dá prioridade ao entretenimento alienante e destituído de arte.
Respeitem o meu nariz!
Link para a convocatória de GREVE publicada no Centro de Midia Independente (CMI).
http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2011/01/485184.shtml
QUE O PICADEIRO SEJA CAMPO DE BATALHA CLASSISTA!!!
FONTE: CONLUTAS
quarta-feira, setembro 29, 2010
Campanha Salarial Nota do Movimento Nacional de Oposição Bancária

Começa a greve nacional da categoria bancária
Segue nota do Movimento Nacional de Oposição Bancaria (MNOB) sobre a greve da categoria bancaria
Em 24 estados do país teve inicio greve de 460 mil bancários dos bancos públicos e privados. As assemblaias foram lotadas e o clima era de greve, lembrando um pouco as assembléias do começo desta década.
A bronca da categoria é porque o setor financeiro bate recordes de lucro e na hora das negociações salariais é o setor que oferece o menor reajuste. Enquanto metalúrgicos e petroleiros fecham acordos de 9% a 10,81%, os bancários receberam a proposta de 4,29%.
Governo Lula se esconde atrás da mesa da Fenaban
Enquanto a CUT defende uma Mesa Única de Negociação e deixa as negociações econômicas por conta da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), o governo do PT se esquiva de negociar as perdas nos bancos federais.
Depois de oito anos do governo Lula, os bancários dos bancos federais ainda não repuseram as perdas do governo FHC. No Banco do Brasil essas perdas estão em 81% e na Caixa em 93%.
Para os bancários dos bancos públicos está bem claro o papel cumprido pelo sindicalismo da CUT é de blindar Lula evitando negociações diretas nos bancos federais.
MNOB/CSP-Conlutas defende Isonomia e Reposição das Perdas
O MNOB defende a necessidade de negociações especificas para que os temas de isonomia, reposição das perdas e estabilidade no emprego, sejam debatidos nos respectivos bancos.
Para isso é importante o fortalecimento da greve com a participação da categoria no movimento, indo nas atividades de rua e nas assembléias. Mas os sindicatos precisam realizar assembléias especificas para debater a mobilização e as reivindicações em cada banco.
Não é possível que o sindicalismo da CUT, na mesa de negociação, ao invés de debater isonomia, recuperação das perdas e estabilidade fique apenas na discussão de PLR.
Nas assembléias pelo país o MNOB/CSP-CONLUTAS tem defendido uma ação mais contundente para cobrar o governo dessas reivindicações. A proposta de um acampamento na porta do Ministério do Planejamento, durante a greve, foi aprovada no Rio de Janeiro. Agora é preciso aprovar essa proposta em todos os sindicatos do país.
Movimento Nacional de Oposição Bancária (MNOB)
É nacional: Bancários entram em greve em 24 Estados e no Distrito federal. Todo apoio!

Em assembléias realizadas em 24 Estados e no Distrito Federal, os bancários aprovaram greve por tempo indeterminado e unificada de todos os bancos, públicos e privados, a partir desta quarta-feira (29). A proposta de reajuste salarial baseada apenas na reposição da inflação (4,29%) foi o motivo da decisão da categoria de norte a sul do país. As assembleias aconteceram na noite de ontem, terça-feira.
"Querer pagar somente a reposição da inflação sem aumento real dos salários é um desrespeito à categoria bancária", declara o membro do MNOB/SP (Movimento Nacional de Oposição Bancária), Wilson Ribeiro, que justifica sua posição devido aos lucros de R$ 21,3 bilhões obtidos pelos cinco maiores bancos no primeiro semestre deste ano.
"Os banqueiros têm sido uma das categorias mais beneficiadas durante o governo Lula, aproveitando para ampliar seus lucros sem querer gastar um centavo a mais com os bancários. Não podemos permitir isso", diz Wilson.
O MNOB, ligado à CSP-CONLUTAS, acredita que diante da alta lucratividade dos bancos no último período, os sindicatos, de maioria cutista, deveriam pedir mais que os 11% que estão sendo reivindicados na mesa de negociação.
Além do índice de reajuste e da PLR, há muitas questões específicas reivindicadas, em especial nos bancos públicos. A isonomia de direitos entre antigos e novos funcionários e do plano de cargos e salários também são questões que mobilizam a categoria bancária.
No Brasil existem cerca de 460 mil bancários e o esforço do MNOB será parar o maior número de agências espalhadas pelo país.
Alguns sindicatos marcaram novas assembleias para sexta-feira (1/10).
A CSP-CONLUTAS presta sua solidariedade à greve nacional dos bancários.
FONTE: CSP-CONLUTAS
terça-feira, julho 13, 2010
Prestes a completar 1 ano, termina greve de mineiros na Vale do Canadá

quarta-feira, maio 05, 2010
Governo sofre dupla derrota bilionária

sexta-feira, março 19, 2010
REPÚDIO: GM do Brasil não quer efetuar doação aprovada por funcionários ao povo haitiano

GM do Brasil quer impedir solidariedade ao Haiti
Montadora se nega a efetuar desconto autorizado por funcionários para doação ao povo haitiano
O terremoto que atingiu o Haiti há dois meses deixou cerca de 300 mil mortos e um rastro de destruição em um dos países mais pobres do mundo. As cenas de destruição emocionaram e trouxeram um grande sentimento de solidariedade internacional, que impulsionaram campanhas em várias partes do mundo para ajudar o povo haitiano.
A CONLUTAS e outras organizações vêm fazendo no Brasil uma grande campanha de solidariedade aos trabalhadores do Haiti. O objetivo é levar diretamente às organizações operárias e populares, como a Batay Oyvryie, o auxílio necessário para que este povo lutador possa, soberanamente, reconstruir seu país.
Ao mesmo tempo denunciamos a ocupação militar no país, mantida pela ONU sob o comando do Brasil, e exigimos a retirada das tropas brasileiras e dos outros países. Afinal, o Haiti não precisa de ocupação militar e sim de remédios, médicos, comida e recursos.
É como parte desta campanha, que já enviou mais de R$ 160 mil ao Haiti, que no dia 11 de fevereiro, os trabalhadores da GM de São José dos Campos aprovaram, em assembleias com mais de seis mil trabalhadores, a doação de 1% de seus salários, a ser descontado diretamente na folha de pagamento em uma única vez.
Esta histórica decisão de solidariedade internacional também aconteceu em várias outras empresas metalúrgicas da região e pode totalizar uma arrecadação superior a R$ 300 mil.
Entretanto, nesta semana, a direção da General Motors do Brasil informou ao Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e região que não efetuará o desconto, apesar da decisão soberana dos trabalhadores.
A postura da multinacional norte-americana é inadmissível, vergonhosa. Acima de tudo, é totalmente antidemocrática indo contra os interesses dos trabalhadores e do povo haitiano.
No momento em que até mesmo empresas multinacionais dizem também estar fazendo “campanhas humanitárias” em prol do povo haitiano, a GM quer impedir a ajuda livremente decidida pelos seus funcionários. Vale ressaltar que a montadora é hoje controlada majoritariamente pelo governo Obama, que enviou milhares de soldados ao Haiti após o terremoto, intensificando a ocupação militar.
Não há nenhum empecilho para a efetivação deste desconto, afinal, em diversas ocasiões são feitos descontos sindicais ou de outra espécie diretamente na folha de pagamento, sem nenhuma dificuldade técnica para isso.
A postura da GM merece ser repudiada por todas as organizações e personalidades democráticas, sindicais e populares do país e do mundo.
O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e a CONLUTAS continuarão exigindo que a empresa respeite a decisão dos trabalhadores e o povo do Haiti, efetuando o desconto.

Em defesa dos trabalhadores do Rio e do Brasil Covardia é privatização e corrupção

Todos estamos acompanhando a polêmica sobre os royalties do petróleo e a oposição do governador fluminense, Sérgio Cabral, à chamada emenda Ibsen.
A emenda, que propõe alterar a distribuição entre os estados e municípios da Federação, representaria uma perda de R$ 7 bilhões para o Estado do Rio de Janeiro, incluindo aí receitas dos municípios beneficiados.
De cara, nos parece difícil de imaginar esta quantia de dinheiro e é fácil ver que será realmente uma grande perda. É claro que qualquer quantia que deixe de vir para a educação, saúde ou transporte do Estado certamente nos faz falta.
Mas a questão é justamente esta! Quem já viu a cor deste dinheiro? Quem se beneficia com os petrodólares – os usuários do metrô e pacientes dos hospitais públicos é que não são! Talvez possamos achar essa dinheirama em algumas meias ou cuecas, em contas numeradas na Suiça ou nos lucros das empreiteiras, disfarçadas de obras públicas do PAC, além das negociatas com empresários do esporte nas Olimpíadas e na Copa.
Os trabalhadores podem perceber que Cabral e sua turma querem utilizar a população para garantirem que os vultuosos tributos sobre o petróleo continuem servindo para se perpetuarem no poder.
As condições de vida nos municípios e estados que recebem atualmente bilhões de reais deroaylties, deixa claro que esta história de defender o Rio é papo-furado de quem está de olho no caixa da campanha para reeleição.
Os trabalhadores devem controlar a utilização das receitas
Covardia maior contra o povo pobre do Estado é se apoderar do dinheiro dos royalties para seu próprio benefício. Portanto, as organizações populares, os sindicatos combativos, os partidos operários, enfim, os trabalhadores organizados em suas associações devem deliberar coletivamente onde serão utilizados estes e todos os outros recursos do Estado. Deliberar e fiscalizar sua utilização, para combater o verdadeiro “linchamento” contra nosso povo, utilizando as palavras do governador.
Temos que estudar como as cidades produtoras poderão receber recursos extras, pois sofrem um grande impacto social e ambiental devido à produção. No entanto, não podemos cair na armadilha de ficar brigando pelos royalties, enquanto o novo marco regulatório, apresentado por Lula, segue no mesmo sentido entreguista de FHC, pois reserva às multinacionais a maior parte do pré-sal e do restante do petróleo e gás brasileiros.
O projeto do Governo Lula, a Emenda Ibsen e as lágrimas de crocodilo de Sérgio Cabral: todos querem deixar tudo como está. Fingindo lutar pelos anéis, entregam-se os dedos.
Acontece que nem Cabral, nem Ibsen nem Lula reclamam para o povo a maior parte da riqueza do pré-sal. Todo esse chororô dos políticos nas páginas dos jornais também está servindo para que não debatamos o destino do grosso do dinheiro proveniente do petróleo e gás brasileiros.
Essa briga entre os poderosos não passa de uma nuvem de fumaça para esconder o grande assalto ao povo fluminense e brasileiro: nossas riquezas, incluindo o petróleo do pré-sal, continuam sendo entregues para o interesse privado nacional e internacional.
O tão alardeado marco regulatório do petróleo, aprovado segundo a vontade do governo federal, na verdade prevê a continuidade da realização dos famigerados leilões das reservas. Segue dividindo o lucro com as multinacionais. Perpetua-se a maior parte das ações da Petrobrás na mão da iniciativa privada e, dentre esta, boa parte no exterior. Lula negou-se a retomar para o Brasil as riquezas entregues por FHC e agora ele mesmo continua a sangria.
Para piorar, há mais uma emenda em jogo, que considera os royalties como custo de produção e, como tal, deve ser ressarcido às empresas em petróleo, ou seja, quem desembolsará estas quantias das quais falamos é o Brasil e não as multinacionais consorciadas... Ô negocinho bom pra dar dinheiro fácil...
10 PONTOS QUE DEMONSTRAM QUE PROJETO DE LULA PARA O PETRÓLEO É UMA CONTINUIDADE DE FHC (E COM OS QUAIS CONCORDAM SÉRGIO CABRAL E IBSEN PINHEIRO)
1 - NÃO SE RETOMARÁ NENHUMA DAS CONCESSÕES FEITAS POR FHC E LULA
2 - OS LEILÕES NÃO SERÃO ANULADOS, AO CONTRÁRIO, VÃO CONTINUAR
3 - OS 29% JÁ ENTREGUES DO PRÉ-SAL CONTINUARÃO EM REGIME DE CONCESSÃO.
4 - A PETROBRÁS SOMENTE TERÁ EXCLUSIVIDADE A 30% DA ÁREA QUE NÃO FOI LEILOADA NO PRÉ-SAL, QUE CORRESPONDE A 21% DO TOTAL DA ÁREA.
5 - O REGIME DE PARTILHA NÃO GARANTE A APROPRIAÇÃO DE NEM 50% DO PETRÓLEO EXTRAÍDO.
6 - A NOVA ESTATAL, A PETRO-SAL, SERVIRÁ PARA EMPREGAR OS APADRINHADOS DO GOVERNO QUE NÃO VÃO SUJAR A MÃO DE ÓLEO.
7 - A PETROBRÁS PASSARÁ A SER UMA PRESTADORA DE SERVIÇO (TERCEIRA) DA NOVA ESTATAL.
8 - A CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRÁS PODERÁ AUMENTAR A PARTICIPAÇÃO DOS ACIONISTAS DA BOLSA DE NOVA YORK.
9 - COM A PRIVATIZAÇÃO DA PETROBRÁS, OS DIREITOS DOS TRABALHADORES DA EMPRESA SERÃO ATACADOS E A REPRESSÃO IRÁ AUMENTAR.
10 - O FUNDO SOCIAL SOBERANO SERÁ UM GRANDE FUNDO DE CAMPANHA PARA A DILMA.
Não participamos do ato do dia 17!
Entidades reagem a demagogia de Cabral e reforçam a verdadeira luta pelos interesses do povo.
Entidades nacionais operárias e estudantis, como a CONLUTAS e a ANEL, além de sindicatos locais como SINTUPERJ, SINDJUSTIÇA, SINDIPFAETEC, SEPE-RJ, os participantes do MUSPE (Movimento Unificado do Serviço Público Estadual), bem como os petroleiros do BASE (Bloco Sindical que compõe a diretoria do Sindipetro-RJ) já se posicionaram pela não participação deste ato falacioso.
Acreditamos, junto com os companheiros da campanha “O PETRÓLEO TEM QUE SER NOSSO”, em defender o monopólio estatal do petróleo e gás.
Construir esta campanha, independente do governo e dos empresários nacionais e estrangeiros, é a forma correta de defender a melhor destinação do dinheiro proveniente de nossas riquezas.
Queremos este monopólio exercido unicamente por uma Petrobrás 100% estatal e pública sob controle dos trabalhadores.
Exigimos o fim dos leilões e a retomada das reservas leiloadas sem indenização às multinacionais que já tanto nos lesaram.
Queremos a extinção da Agência Nacional do Petróleo e estamos contra a criação da PetroSal.
Propomos o fim do Conselho Nacional de Política Energética controlado pelo governo Lula, propomos um Conselho Popular de Política Energética formado sob o critério eletivo, através do voto dos trabalhadores e assegurando-se a presença de entidades dos movimentos sociais, de forma a assegurar a orientação da gestão para os interesses sociais.
Estas são algumas medidas que podem realmente transformar a riqueza do fundo do mar em mudança de verdade na vida da população mais necessitada de nosso Estado.
FONTE: Executiva Estadual da Conlutas RJ


